Desde 1990,
conectando arte e comunidade

Com raízes que remontam a 1976, o Grupo Tescom iniciou oficialmente sua trajetória artística em Santos no ano de 1990, levando o teatro para além dos palcos e integrando a arte ao cotidiano da cidade.

Uma história que pulsa nos bastidores e no palco

O Tescom nasceu do desejo de partilhar saberes e vivências teatrais com a comunidade. Fundado por Iracema Paula Ribeiro, Pedro Norato e Karla Lacerda, o grupo teve sua origem no coletivo teatral “Uma Mão Com Mel”, fundado em 1976. Após o falecimento de Iracema, Pedro e Karla deram continuidade aos projetos, mantendo viva a chama do teatro na região.

Com o compromisso de formar artistas e técnicos, o Tescom se firmou como referência em educação cênica e impulsionou a criação do Fescete – Festival de Cenas Teatrais, um dos eventos culturais mais importantes da Baixada Santista.

Mais do que uma escola ou uma agência de talentos, o Tescom é um movimento artístico que honra a memória do teatro em Santos e ajuda a escrever seus próximos atos.

A Arte está por um fio

BATE - Espetáculo Manifesto

Espetáculos Antigo do Grupo TESCOM

Fescete:
um espetáculo de talentos

A cada edição, o festival revela artistas, emociona plateias e reafirma o poder transformador do teatro.
Logo abaixo, assista ao vídeo com alguns dos momentos mais marcantes da última edição do Fescete.

Em breve, o palco ganha vida outra vez!

A contagem regressiva para o Fescete já começou.
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12
Outubro 2026

Tescom encena infantil ‘A Arte está por um fio’ no Dia das Crianças

 

 

Qual é o papel da arte? Esse é o mote do novo espetáculo infantil do Grupo Tescom, ‘A Arte está por um fio’. A obra co-realizada com a Associação Canal Cultural entra em cartaz em pleno Dia das Crianças, nesta segunda-feira, às 15 horas, na escola Tescom (Av. Cons. Rodrigues Alves, 195, Macuco). Ingressos de R$ 14 a R$ 20 pelo Sympla: Clicando aqui

No palco, a protagonista é a Mia é uma jovem aranha que adora criar teias diferentes – coloridas, desenhadas e cheias de formas inesperadas. O problema é que ela não faz teias para caçar insetos ou construir armadilhas, mas simplesmente por que acredita que aquilo é arte.

Incompreendida pela sua familia e pelos outros aracnídeos, Mia embarca em uma jornada sobre descobertas de artistas, movimentos artísticos e o verdadeiro papel da arte no mundo. Entre cantigas, poemas, encontros e aventuras, ela descobre que talvez a arte seja justamente aquilo que mantém viva a imaginação das pessoas.

Com direção, dramaturgia e sonoplastia de Marcelo Marinho, a obra reúne no elenco Júlia Norato, Marco França e Manu Maracatu. O visagismo tem direção de Karla Lacerda, que confeccionou os adereços com Marco França – junto deles, Júlia assumiu os figurinos. Cenotecnia: Fábio Lacerda; Iluminação: Acácio Alves; Produção: Marcelo Marinho, Julia Norato e Juliana Cremoneze – esta também faz a contrarregragem. Informações: @grupotescom

Evento gratuito

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